Qual a diferença entre Seguro e Proteção veicular?
Quando o dono de um veículo contrata a “proteção veicular”, nem sempre está ciente dos riscos que corre, principalmente por não contar com qualquer tipo de garantia, ao contrário do que ocorre com o seguro tradicional, regulamentado por órgãos do governo e que segue leis rigorosas de defesa do consumidor.
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Seguro e proteção veicular podem até parecer a mesma coisa, inclusive no discurso. Porém, na prática, são MUITO diferentes. Produtos que prometem garantir ao público em geral indenização em caso de dano a um bem, como a denominada proteção veicular, na verdade, expõem os consumidores a grandes riscos de perdas e criam verdadeiras armadilhas.
Quem vende "proteção veicular" indiscriminadamente capta poupança popular e administra o bolo dos recursos arrecadados à margem das regras que norteiam e embasam o mercado regulamentado de seguros. Em outras palavras, essas entidades praticam a autogestão sem contar com:
O movimento associativista no Brasil é lícito, desde que seus fins também sejam lícitos. Torna-se ilegal, no entanto, quando associações e cooperativas oferecem a proteção veicular indiscriminadamente e buscam, além de seus associados ou cooperados, os consumidores de seguros tradicionais. ATUAÇÃO ILEGAL, SEM REGULAÇÃO e DESENFREADA.
Por que você só está protegido com o seguro de verdade?
Em geral, as pessoas desconhecem que a lei diferencia associado/cooperado de consumidor. No primeiro caso, existe entre pessoa e a empresa um vínculo de proximidade, a intenção é estar junto para a realização do objeto social. No segundo, o participante de associações e cooperativas deve conhecer os riscos e, em caso de sinistro, ser responsável solidário pelo pagamento da indenização dos demais participantes. Significa dizer que se os recursos acumulados pela entidade associativa não forem suficientes, os participantes do grupo serão chamados a desembolsar mais dinheiro. Caso contrário, a indenização não será paga por ausência de constituição de reserva.
AINDA ESTÁ EM DÚVIDA? COMPARE
SEGURO x PROTEÇÃO VEICULAR
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SEGURO NÃO É CARO.
ENTENDA OS FATORES QUE INFLUENCIAM NO PREÇO DO SEU SEGURO
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O RISCO TAMBÉM INFLUENCIA NO PREÇO DO SEU SEGURO
Em princípio, as seguradoras aceitam todos os tipos de riscos por um determinado preço. Em casos de veículos com elevada possibilidade de acidentalidade, o preço do seguro é proporcional. Isso porque não é correto e justo que os segurados que apresentam menor exposição ao risco paguem por outro cliente mais exposto. Cada seguradora, é importante destacar, tem sua política de aceitação de risco. Se há dificuldade em aceitar determinado risco, significa que aquele bem, por estar mais sujeito a sinistro, poderá impactar o grupo, comprometendo o fundo mútuo que pertence a todos, e colocando em risco o equilíbrio econômico-financeiro do próprio fundo.
O RISCO TAMBÉM INFLUENCIA NO PREÇO DO SEU SEGURO
Em princípio, as seguradoras aceitam todos os tipos de riscos por um determinado preço. Em casos de veículos com elevada possibilidade de acidentalidade, o preço do seguro é proporcional. Isso porque não é correto e justo que os segurados que apresentam menor exposição ao risco paguem por outro cliente mais exposto. Cada seguradora, é importante destacar, tem sua política de aceitação de risco. Se há dificuldade em aceitar determinado risco, significa que aquele bem, por estar mais sujeito a sinistro, poderá impactar o grupo, comprometendo o fundo mútuo que pertence a todos, e colocando em risco o equilíbrio econômico-financeiro do próprio fundo.
Você pode confiar nas seguradoras porque:
Enquanto as seguradoras são fortemente reguladas e fiscalizadas, devendo cumprir diversos requisitos para poder operar, as associações que vendem proteção veicular não precisam, por exemplo, manter reserva técnica. Se a empresa vier a falir, ninguém consegue achá-la; se achar, não consegue punir os administradores; se punir, não reverte para os beneficiários algum dinheiro que pagaram. Enquanto as seguradoras seguem as regras da Superintendência de Seguros Privados (Susep), essas associações e cooperativas não são fiscalizadas. Ficar com prejuízo em caso de roubo ou colisão é um dos riscos para quem contrata proteção veicular.
Anualmente, as seguradoras pagam milhões de benefícios, indenizações e procedimentos médicos. Para garantir o pagamento desses compromissos, o setor acumula reservas técnicas de quase R$ 1 trilhão.
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